sexta-feira, 25 de março de 2011

SONHOS I

E por falar do sonho que fica lambendo o despertar
Do sonho que se lembra dos tantos sonhos picados
Que dizem compor uma noite das bem sonhadas
Hoje uma professoral figura feminina dizia ao
A mim adormecido - na linguagem da filosofia –
 Que não possuímos  a universalidade que pretendemos ter
E então me veio como se saísse por uma veia
 o título de um possível romance:
“as luzes do castelo” que por essa via de sugestão deveria eu escrever
Em primeiro lugar tive a sensação de que estava a receber
Um “passe” porque ouvira a frase acima na “língua” da filosofia
Num alemão em que eu não conseguiria psicografar
Muito menos gravar ou decorar para no depois repetir pela fala
E buscar algum sentido nessas coisas das escutas dos sem sentidos
Por enquanto as luzes do castelo estão apagadas
Nesta noite espero que ao serem  acesas
Elas iluminem cada cômodo por onde o meu imaginário
Irá passar e descrever as ações dos personagens
Que pretendo trágico-cômicos e que hão de me livrar
Daquilo que pai e mãe de santo chamam pelo seu peso de arriar:
 Encosto  

3 comentários:

  1. ué...desapareceu umas poesias....to ligada!

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  2. Não!!! É só clicar em "Postagem mais antiga", abaixo nesta página.

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  3. hummmm bom!!!
    é que eu tinha lido uma e mudou!

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